15 Jan
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Um homem investigado pela Polícia Civil na Operação Quebrando a Banca, deflagrada nesta terça-feira (13) em cinco cidades paulistas, apresentou movimentação financeira atípica conforme dados do Setor de Inteligência da Polícia Civil.

Segundo o delegado Ivan Luis Constâncio, da Divisão Especializada em Investigações Criminais (Deic) de Piracicaba (SP), o suspeito atua como operador de caixa com salário declarado de R$ 1,8 mil, mas movimentou milhões em transações via Pix nos últimos meses. A suspeita é de que a quadrilha usava pessoas de origem humilde para não chamar atenção. Outro alvo movimentou R$ 25 milhões em espécie. Ele adquiriu um imóvel de cerca de R$ 800 mil, pago em dinheiro, sendo que recebeu quase R$ 40 milhões de uma única pessoa investigada em Mogi Mirim (SP). Oito pessoas são investigadas na operação, mas nenhuma delas foi presa.

Dez carros foram apreendidos, entre eles modelos de luxo, além de celulares, notebooks, tablets e computadores. fonte g1 ribeirao preto e franca.

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